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Sexta-feira, Dezembro 24, 2004




Fazer da areia, terra e água uma canção
Depois, moldar de vento a flauta
que há de espalhar esta canção
Por fim tecer de amor lábios e dedos
que a flauta animarão
E a flauta, sem nada mais que puro som
envolverá o sonho da canção
por todo o sempre, neste mundo

Carlos Drummond de Andrade

Sejamos pois , em mais um ciclo, gratos e responsáveis por este divino , misterioso e mágico presente que nos faz renascer a cada sopro, a cada respiração, e que nos convida a aprender, a interagir, a trocar , a evoluir e a expandir para além de nós . O caminho a seguir , infinito ...

Sejamos juntos, artífices da sinfonia amorosa da Vida !!! É o som do Universo, a nossa essência, o nosso som ...

Que bençãos nos envolvam e ecoem , carinhosamente , através de nós ...


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Quinta-feira, Dezembro 16, 2004



Robert Mort

Fechei a tarde colhendo cristais multicoloridos de chuva.
Com eles teci pedra a pedra um caminho de arco-íris.
Pés descalços, segui num crescente até sentar-me no balanço da lua.
Ali, vagarosamente embalada pelo colo negro da saudade ,
deitei na melodia do vento, abri a noite e (a)guardei você.


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Domingo, Dezembro 12, 2004




Que o Amor nos una
Que a Luz nos envolva
Porque nós
As criaturas
A criação e
O criador
Somos Um


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Terça-feira, Dezembro 07, 2004




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Sexta-feira, Dezembro 03, 2004


.::. 88 PRESENTES .::.

Ontem, dezembro de 1916. Hoje, dezembro de 2004 . A vida respira...

Em muitas oportunidades já me perguntei o que faz alguém "sobreviver" durante 70 anos num mundo que ninguém conhece, homem ou ciência, num mundo que não nos pertence, o mundo da esquizofrenia. Entretanto, Dindinho - meu tio-avô - continua lá, a despeito da solidão extrema, da dor silenciosa e mais ainda, dos mistérios inacessíveis da vida. E minha resposta sempre é uma certeza - ele carinhosamente nos escolheu e nós a ele.

E nesta 88a. vela que se acende em tão amados olhos azuis , uma voz diz com as mãos postas: - Viva! Viva! Viva! É a voz do mestre nos tocando em forma de presente. É o que ainda temos a aprender, aprendizado que pelo visto, ainda não se completou.


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Quarta-feira, Dezembro 01, 2004



Sam Haskins

Não te queria quebrada pelos quatro elementos.
Nem apanhada apenas pelo tacto;
ou no aroma;
ou pela carne ouvida, aos trabalhos das luas
na funda malha de água.
Ou ver-te entre os braços a operação de uma estrela.
Nem que só a falcoaria me escurecesse como um golpe,
trêmulo alimento entre roupa
alta,
nas camas.
Magnificência.
Levantava-te
em música, em ferida
- aterrada pela riqueza -
a negra jubilação. Levantava-te em mim como uma coroa.
Fazia tremer o mundo.
E queimavas-me a boca, pura
colher de ouro tragada
viva. Brilhava-te a língua.
Eu brilhava.
Ou que então, entrecravados num só contínuo nexo,
nascesse da carne única
uma cana de mármore.
E alguém, passando, cortasse o sopro
de uma morte trançada. Lábios anônimos, no hausto
de árdua fêmea e macho
anelados em si, criassem um órgão novo entre a ordem.
Modulassem.
E a pontadas de fogo, pulsavam os rostos, emplumavam-se.
Os animais bebiam, ficavam cheios da rapidez da água.
Os planetas fechavam-se nessa
floresta de som unânime
pedra. E éramos, nós, o fausto violento, transformador
da terra
Nome do mundo, diadema.

Herberto Helder


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